Casas do futuro: conheça as moradias feitas a partir de impressoras 3D


Postado: 24/01/2020

De acordo com a empresa Haus.me, o polímero usado para fazer as moradias é resistente a terremotos e furacões

Fachada de uma das casas 3D, da empresa Haus.me Foto: Haus.me/Reprodução 

O futuro já começou. A haus.me conseguiu transformar a ideia de morar numa casa impressa em 3D, totalmente sustentável e movida a energia solar em algo real.

Com três modelos disponíveis - a mOne, de 37 m², a mTwo, de 74 m² com dois quartos; e a mFour; um modelo de 148 m² - a empresa ucraniana disponibiliza casas inteiramente sustentáveis, com toda a mobília já inserida - até taça de vinho já vem inclusa.

Planta da casa 3D Foto: Haus.me/Reprodução

De acordo com a empresa, o polímero usado para fazer as casas é resistente a terremotos e furacões. Além disso, a casa pode ser controlada remotamente por um dispositivo eletrônico e detecta problemas que podem exigir manutenção. 

Modelos personalizáveis

As casas têm um valor um pouco salgado. O modelo mais barato, o mOne, custa 199 mil dólares (aproximadamente 880 mil reais) e vem com algumas comodidades como um sistema de purificação de ar. O “sistema antizumbis” dito pela própria empresa inclui sensores de movimento e câmera externa com sistema de reconhecimento facial. A mTwo custa 379 mil dólares (aproximadamente 1,6 milhão de reais) e a mFour custa 1 milhão de dólares.

Interior de uma das casas mTwo Foto: Haus.me/Reprodução

A casa pré-construída não precisa de autorizações de construção e fundações, para a mOne e mTwo e permite customização de cores da casa e a decoração interna. Há a possibilidade de exigir seguro de cinco anos ou um vitalício, com a possibilidade de um modelo com manutenção gratuita.


Além de vir com algumas comodidades como um sistema de purificação de ar, a casa permite instalação de luz e gás Foto: Haus.me/Reprodução

De acordo com a empresa, a casa consegue se manter em regiões urbanas ou em regiões remotas como próximas a montanhas, no meio de uma floresta, perto de oceanos - assim como áreas de desastres globais.

Fonte: Estadão